Fotografia Surrealista

Man Ray, Dora Maar, Alvarez Bravo, Brassai, Andre Kertesz e Henri Cartier-Bresson. Durante os anos 1930, suas imagens personificaram o lado mais intenso do surrealismo.

As imagens são confrontadas por técnicas de animação. São desmontadas e remontadas, trazidas de volta à vida, exibindo-nos as escolhas, descobertas e sua força interior.
Cada fotografia exibida em filme se torna uma estória em si mesma, um pequeno drama fotográfico que só termina na imagem final.
O público participa do processo, do trabalho com a luz e enquadramento, da superesposição, solarização, fotomontagem e lentamente se torna ele mesmo parte deste jogo intrincado entre fotografia, imaginação e realidade.

Cada fotografia é um enigma. Um momento congelado num retângulo. Jamais saberemos o que aconteceu antes ou depois de ser tirada. O que teve de ser movido, ajustado, aguardado ou provocado para que todos os elementos de repente conspirassem no enquadramento e produzissem uma imagem que, depois de vista, jamais será esquecida?

Comparada à pintura, as regras do jogo fotográfico são incrivelmente simples, requerendo pouco mais do que as peças de um jogo de xadrez minimalista: um assunto, um enquadramento, luz, lentes, obturador e pedestal. A importância dessas peças varia de acordo com sua posição e são movidas constantemente entre si. Esta série nos convida a imagimarmo-nos como atores num jogo complexo que é jogado entre a fotografia e a realidade.

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2 comentários sobre “Fotografia Surrealista

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