Segue em cartaz até domingo, 22, exposição do fotógrafo, pintor e designer Geraldo de Barros.

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Fotos: Geraldo de Barros

Está em cartaz no Instituto Moreira Salles no Rio de Janeiro a exposição Geraldo de Barros e a fotografia, que segue até domingo dia 22. Com mais de 300 obras, é a maior exposição do designer, pintor e fotógrafo brasileiro Geraldo de Barros já realizada no Rio de Janeiro.

Trazendo aspectos históricos com características de fotografia experimental, fazendo relação com gravuras e pinturas realizadas entre os anos de 1940 e 1990. Heloisa Espada, coordenadora de artes visuais do Instituto Moreira Salles foi quem fez a curadoria.

A exposição é divida em três núcleos, o primeiro aborda a série fotográfica Fotoformas, que são as primeiras imagens feitas pelo artista no pós-guerra. O segundo núcleo é dedicado às pinturas realizadas pelo artista nos anos 1960 e 1970.

A terceira parte da exposição aborda a série Sobras, realizada em seus últimos anos de vida, um momento em que o artista se encontrava parcialmente paralisado por uma série de isquemias cerebrais que sofreu a partir dos anos 1970. Após anos afastado da fotografia, Geraldo de Barros volta-se para seu arquivo de fotos de família guardado ao longo de décadas.

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Com a ajuda de uma assistente, ele corta, risca e monta pequenos fragmentos de negativos 35 mm sobre placas de vidros. Pela primeira vez o conjunto completo de 268 colagens de negativos e positivos sobre vidro é realizado por Geraldo de Barros no fim dos anos 1990, além de cerca de 70 fotografias ampliadas a partir dessas pequenas colagens.

A exposição e o catálogo que a acompanha são frutos de uma parceria entre o Instituto Moreira Salles e o Sesc/SP, a instituição brasileira detentora da maior coleção fotográfica do artista e que apresentará Geraldo de Barros e a fotografia em 2015.

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