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A FILOSOFIA E A SUA DIMENSÃO DISCURSIVA
Acordar para a Vida, de Richard Linklater (EUA, 2001). 99 minutos.
À procura de respostas para algumas perguntas filosóficas.
Bem-Vindo Mr. Chance, de Hal Ashby (EUA, 1979). 130 minutos.
Os riscos de interpretar a superficialidade como profundidade, quando não se raciocina adequadamente.
Doze Homens em Fúria, de Sidney Lumet (EUA, 1957). 96 minutos.
A importância de saber raciocinar e argumentar cuidadosamente.

A AÇÃO HUMANA
I, Robot , de Alex, Proyas (EUA, 2004). 115 minutos.
Poderá um robô agir livremente?
Relatório Minoritário, de Steven Spielberg (EUA, 2002). 145 minutos.
Se o determinismo for verdadeiro, talvez seja possível prevenir crimes mesmo antes de estes acontecerem.
Mulheres Perfeitas, de Bryan Forbes (EUA, 1975). 115 minutos.
Uma sociedade aparentemente perfeita, mas em que parte da sua população carece de livre-arbítrio.
OS VALORES
A Vedação, de Philip Noyce (Austrália, 2002). 94 minutos.
Será moralmente correto impor os costumes de uma sociedade às pessoas de outra?
A Vida é Bela, de Roberto Benigni (Itália, 1997). 116 minutos.
Se a ética for relativa às sociedades, teremos de aceitar que nada de errado há no nazismo?
Flor do Deserto, de Sherry Hormann (GB, Alemanha e Áustria, 2009). 120 minutos.
Se a ética for relativa, teremos de aceitar quaisquer tradições de quaisquer sociedades?
A FUNDAMENTAÇÃO DA MORAL
Pulp Fiction, de Quentin Tarantino (EUA, 1994). 154 minutos.
Uma das personagens, após uma experiência traumatizante, decide levar uma vida moral.
Matrix, de Andy e Lana Wachowski (EUA, 1999). 136 minutos.
Será uma vida de prazeres na Matrix melhor do que uma vida real?
A Corrente do Bem, de Mimi Leder (EUA, 2000). 123 minutos.
Como maximizar a felicidade?
O Balão Vermelho, de Albert Lamorisse (França, 1956). 34 minutos.
Este filme desafia-nos a pensar sobre as consequências das nossas ações e a melhor forma de resolver conflitos.
ÉTICA, DIREITO E POLÍTICA
A História de Rosa Parks, de Julie Dash (EUA, 2002). 97 minutos.
Um caso histórico de desobediência civil contra as leis de discriminação racial dos EUA.
Amistad, de Steven Spielberg (EUA, 1997). 155 minutos.
Uma história real sobre pessoas a quem não são reconhecidos quaisquer direitos.
Gandhi, de Richard Attenborough (Índia e GB, 1982). 191 minutos.
Sobre um dos grandes defensores da desobediência civil.
O Cônsul de Bordéus, de Francisco Manso e João Correa (Portugal, 2011). 90 minutos.
Um diplomata português que desobedeceu publicamente à lei para salvar judeus durante a Segunda Guerra Mundial.
LIBERDADE E JUSTIÇA SOCIAL
2081, de Chandler Tuttle (EUA, 2009). 27 minutos.
Curta metragem sobre uma sociedade futura em que todas as pessoas são obrigadas a ser iguais.
Grau de Destruição, de François Truffaut (GB, 1966). 112 minutos.
Carateriza a vida numa sociadade do futuro na qual se adota uma conceção universal do bem e da felicidade.
John Q, de Nick Cassavetes (EUA, 2002). 116 minutos.
A luta de um pai para salvar a vida do seu filho, que está a ser vítima das desigualdades sociais.
A EXPERIÊNCIA E O JUÍZO ESTÉTICOS
O Retrato de Dorian Gray, de Oliver Parker (GB, 2009). 112 minutos.
De que um artista é capaz para alcançar a beleza?
O Carteiro de Pablo Neruda, de Michael Radford (Itália, França e Bélgica, 1994). 108 minutos.
A constante presença da beleza, mesmo na vida de pessoas simples.
Cinema Paraíso, de Giuseppe Tornatore (Itália, França, 1988). 155 minutos.
O amor pela arte (cinema) cruza-se com a beleza das coisas simples e autênticas.
O QUE É A ARTE?
Amadeus, de Milos Forman (EUA, 1984). 160 minutos.
Uma biografia ficcionada de Mozart.
Caravaggio, de Derek Jarman (GB, 1986). 93 minutos.
Sobre o pintor barroco Caravaggio.
Van Gogh, de Maurice Pialat (França, 1991). 158 minutos.
Sobre os últimos dias da vida do pintor holandês, em França.
Shine – Simplesmente Genial, de Scott Hicks (Austrália, 1996). 105 minutos.
A história de um pianista que procura a perfeição artística.
Pollock, de Ed Harris (EUA, 2000). 122 minutos.
Sobre o pintor americano Jackson Pollock, um dos mais importantes representantes do expressionismo abstrato.
Frida, de Julie Taymor (EUA, Canadá e México, 2002). 123 minutos.
Sobre a pintora mexicana Frida Kahlo.
A Rapariga com Brinco de Pérola, de Peter Webber (GB e Luxemburgo, 2003). 100 minutos.
O mundo e a arte do pintor Vermeer.
RELIGIÃO E SENTIDO
A Vida em Direto, de Peter Weir (EUA, 1998). 103 minutos.
Que sentido teria a vida se fôssemos o centro de um mundo criado exclusivamente para nós?
O Feitiço do Tempo, de Harold Ramis (EUA, 1993). 101 minutos.
Que sentido teria a vida se acordássemos sempre no mesmo dia?
RELIGIÃO, RAZÃO E FÉ
Baraka, de Ron Fricke (EUA, 1992). 96 minutos.
Um filme em busca da espiritualidade pelo poder das imagens e da música apenas.
Cloud Atlas, de Tom Tykwer e Lana Wachowski (Alemanha, 2012). 171 minutos.
O mal que uns fazem é a oportunidade de outros para o bem.
Contacto, de Robert Zemeckis (EUA, 1997). 150 minutos.
Quando tivemos uma experiência que não pode ser comunicada, será irracional aceitá-la?
TEMAS-PROBLEMAS (TEMA 1)
Efeito Borboleta, de Eric Bress e J. Mackye Bruger (EUA e Canadá, 2004). 113 minutos.
Em que medida as nossas crenças e memórias podem afetar as nossas vidas e as dos outros?
Memento, de Christopher Nolan (EUA, 2000). 113 minutos.
Em que medida crenças não justificadas podem afetar a nossa vida.
TEMAS-PROBLEMAS (TEMA 2)
Arquitetura da Destruição, de Peter Cohen (Suécia, 1989). 119 minutos.
Documentário sobre a apologia da chamada «arte sadia» própria do regime nazi, por oposição à «arte degenerada», destinada a ser destruída.
TEMAS-PROBLEMAS (TEMA 3)
Grau de Destruição, de François Truffaut (GB, 1996). 112 minutos.
Um filme sobre uma sociedade de frívolo bem-estar que proíbe todos os livros.
Larry Flint, de Milos Forman (EUA, 1996). 129 minutos.
Um filme sobre as restrições contemporâneas à liberdade de expressão.
O Nome da Rosa, de Jean-Jacques Annaud (Alemanha, Itália e França, 1986). 130 minutos.
Um filme sobre as restrições medievais à liberdade de expressão.
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