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“Quando a educação não é libertadora, o sonho do oprimido é ser o opressor” (Paulo Freire)

Uma analogia entre o antigo comércio de escravos e a atual exploração da miséria pelo marketing social, que forma uma solidariedade de fachada.

Pra quem defende os “justiceiros” só quero lembrá-los de um nome: Galdino Jesus dos Santos, indio pataxó, queimado vivo!

To em luto por esse país que em pleno sec XXI reproduz o mesmo discurso, o mesmo preconceito, a mesma opressão da época escravocrata…
que reproduz a mesma politica higienista do sec XIX
que não respeita a sua cultura quilombola, indigena e negra!
Pareço estar vivendo um filme de terror em que são reproduzidas as mesmas covardias só que moderninhas…
Não adianta vir Copa pro Brasil, não adianta sermos a 5ª potência econômica, não adianta sermos um país industrializado e robotizado se continuarmos a cometer os mesmos erros do passado!
O Brasil precisa IMEDIATAMENTE de uma educação que desconstrua esses preconceitos!! ou NUNCA seremos um país desenvolvido!!

No século XVII um capitão-do-mato captura um escrava fugitiva, que está grávida. Após entregá-la ao seu dono e receber sua recompensa, a escrava aborta o filho que espera. Nos dias atuais uma ONG implanta o projeto Informática na Periferia em uma comunidade carente. Arminda, que trabalha no projeto, descobre que os computadores comprados foram superfaturados e, por causa disto, precisa agora ser eliminada. Candinho, um jovem desempregado cuja esposa está grávida, torna-se matador de aluguel para conseguir dinheiro para sobreviver.