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O diretor Quentin Tarantino é fotografado no set de filmagens de “Django Livre”. O filme estreia no Brasil em 18 de janeiro de 2013 Leia mais Divulgação/Sony Pictures

O filme “Django Livre”, do diretor Quentin Tarantino, estreará na China no próximo dia 11 de abril com diversos cortes em cenas mais violentas — e sangrentas.

Zhang Miao, diretor da Sony Pictures no mercado chinês, explicou que o diretor “concordou em realizar pequenos ajustes no filme” e que os cortes são um compromisso combinado previamente entre Tarantino e o estúdio.

“O que nós chamamos de derramamento de sangue e violência é somente um meio de vender a proposta do filme, e estes pequenos ajustes não afetarão as características principais da trama — como tal esta afinação do sangue num tom mais escuro ou a altura do sombrio espirro de sangue”, disse Miao para o Southern Metropolis Daily.

“Quentin sabe como ajustar isto, e é necessário que ele seja o único a fazer isto. Você até pode fazer sugestões, mas a palavra final é dele”, contou.

Apenas em Hong Kong, que possui um sistema de censura e classificação indicativa independente, “Django” será exibido em sua versão original, com 165 minutos de duração — a mesma presente nos cinemas dos Estados Unidos.

O filme sobre o escravo Django (Jammie Foxx) que se torna caçador de recompensa será o primeiro trabalho de Tarantino a ser exibido comercialmente nos cinemas da China. O sucesso “Kill Bill” foi vetado pelo governo comunista no período de seu lançamento.

Do UOL, em São Paulo